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Policial do futuro: robô ajuda a prevenir crimes com tecnologia autônoma
Por: TechTudo 19 de Novembro de 2014 em: Notícias

Com 1,5 metros de altura, o robô é equipado com uma série de sensores para realizar serviços de patrulhamento. São quatro câmeras, microfones, radar e sensores de ambiente que podem detectar vazamentos de gás e fogo. Ele ainda se comunica com uma central de comando via Internet, tanto por Wi-Fi, como por rede de celular. A sua bateria pode durar 24 horas de carga e, segundo seus criadores, ele é capaz de identificar a necessidade de recarga e se encaminhar para uma estação onde possa se reabastecer.

O K5 não carrega qualquer tipo de armamento, mas deve se comportar de maneira incisiva em casos de risco. Se você entrar no seu caminho, o robô para abruptamente. Se você tentar imobilizá-lo, ele ativa um alarme que aciona um chamado de segurança de baixo nível. Se você insistir em incomodar o patrulheiro eletrônico, ele ativa um novo alarme, dessa vez mais agudo, que causa grande desconforto. Nesse ponto, seus controladores devem intervir, usando o sistema de alto-falantes do equipamento.

Segurança privada deve ser o primeiro mercado da tecnologia (Foto: Divulgação)
Segurança privada deve ser o primeiro mercado da tecnologia (Foto: Divulgação)

 

Para colocá-lo em operação, basta dar ao aparelho uma série de instruções genéricas sobre a área que ele deve patrulhar. Com o GPS e um conjunto de lasers usados para definir suas coordenadas, o robô dá início à sua ronda. A máquina deve ser usada em serviços mais básicos de segurança, direcionando o trabalho humano para intervenções mais sérias e específicas.

A ideia é que o K5 seja usado pela polícia e empresas de segurança privada. Contudo, em testes, o robô se mostrou um pouco desajeitado ao se locomover pelas ruas, com suas irregularidades, buracos e pedras pelo caminho.

Além de permitir que o trabalho dos guardas seja usado em situações mais específicas, o uso de robôs como o K5 permite que seus controladores tenham uma leitura bem precisa sobre uma situação de risco. Isso pode representar mais segurança e eficiência nos serviços de segurança, sobretudo de edifícios.